02/03/2011

Bruna Surfistinha

Hoje fui assistir ao filme, quando vi o gênero “drama” quase desisti por dois motivos: primeiro: não gosto de drama e segundo: Deborah Secco, pra mim, não é lá essas coca-cola toda como atriz, mas resolvi ir, já que estava chovendo e não pude sair do trabalho (trabalho em um shopping Center e na hora do almoço dá para curtir um cineminha).

O filme é bom, mas não chega nem perto dos filmes Tropa de Elite ou de Lisbela e o Prisioneiro. Embora não goste da atriz tenho que tirar o chapéu, afinal ela deu um show de interpretação.

Mostra a difícil vida de uma garota de programa, e que alguns consideram fácil, eu sinceramente não vi nada de fácil, achei os valores cobrados pelos programas baratos até demais para agüentar um monte de homens asquerosos....eu hein!

Desculpem a sinceridade, mas ela não pode ser considerada nenhum exemplo de vida, assim como o Cazuza também não foi exemplo de vida a ser seguido. Mas uma coisa ninguém pode negar a garota é determinada, é claro que a sorte ajudou e muito, ao contrário de muitas que tomam essa decisão e, no entanto passam a vida inteira vendendo o corpo e afundam-se nas drogas e nunca conseguem sair do fundo do poço. Bruna Sufistinha tinha um objetivo a ser alcançado e bastou colocar prazo e se manter firme no seu propósito para em 6 meses conseguir atingir sua meta. Deu a volta por cima e hoje deixou de ser garota de programa, casou com um ex-cliente e leva uma vida cheia e trabalho e compromisso social, como conta em seu blog.

Moral da estória: todos nós temos direito a uma segunda chance, a dar uma reviravolta pra melhor em nossas vidas, basta querer e acreditar, afinal de contas não há limites para o ser humano superar os obstáculos, mesmo que encontremos pedras no caminho temos que usar a sabedoria dada por Deus para removê-las.

"O homem nunca sabe do que é capaz, até que é obrigado a tentar." (Charles Dickens)

3 comentários:

  1. Não ví ainda, gostei do texto e suas considerações.
    Bjs.

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  2. Não assisti o filme e nem assistirei; tem tantos filmes melhores para se ver...Mas a moça, deu sorte, e aproveitou para sair da prostituição... Agora, o Cazuza era um perfeito devasso, promíscuo, e também sou contra aqueles que ficam-no endeusando. Só que tem uma coisa: o cara era bom! Esse mérito, ninguém tira dele: um poeta, um músico, um cantor, compositor, um grande artista. E a Bruna, era somente uma grande put@ ! rs rs
    Um grande beijo, Malu; adorei o seu Blog e já o estou seguindo.

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